sexta-feira, 1 de março de 2013

1as memórias

Como prometido nesse post (Blogando)segue primeira história:
Numa da viagens, entre Macapá-Belo Horizonte (ou Macapá-Florianópolis, não lembro desses detalhes). É um trajeto longo, com uma parada de uma hora e meia em Brasília, e apesar de não ser friorento a Luciane me recomendou levar uma manta... A manta em questão era pequena, espessa e de cor laranja e por um acaso do destino - um laranja exatamente do mesmo tom da GOL.
Lá pelas tantas peguei a manta, me cobri e tentei dormir. Quando ouvi o seguinte diálogo:
"-- Mocinha, estou com frio. Pode me arranjar uma manta?"
-- Senhora, há algum tempo não fornecemos mais esse serviços.
-- Porquê vocês não querem me arranjar uma coberta?"
-- Mas senhora, não é esse o caso a compa...
-- Porquê arranjaram para aquele rapaz e não querem arranjar para mim!?"
Nessa hora a velhinha apontou para mim... As comissárias olharam desconcertadas umas às outras. E eu fingindo dormir... A Senhora ficou insistindo tanto, que as comissárias vieram falar como sob a estrita vigilância da senhora friorenta, confirmar se a coberta era minha ou da companhia aérea...
No final demos boas risadas (tirando a velhinha que continuou achando que a manta era da GOL).

2 comentários:

Bel Talarico disse...

essa foi boa eu riiiiiiiiiiiiii. não esqueça do maracujá assassino

Noemi Szcypula disse...

Sem contar que a Gol, ou seja essas Cia Aéreas, não oferecem quase nada ne Mar? Muito engraçado mesmo.