quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Heitor e Sofia

Eu amo vocês. Vocês são meu filhos e tenho orgulho de vocês.
Vocês trouxeram à sua mãe e a mim mais alegria do que eu achei
que houvesse. Sejam bons pra ela e cuidem bem dela.

Sejam os mocinhos. Vocês tem que ser como John Wayne: Não
aguentem merda de nenhum idiota e julguem as pessoas pelo que
elas são, não pela aparência.

E façam a coisa certa.

Vocês tem que ser os mocinhos: Porque já existem bandidos
demais.


Adaptação dessa postagem:
http://grelaroinfinito.blogspot.com.br/2009/01/sofia.html

Essa postagem é motivada pelos dias sombrios que passamos...

Uma piada que ouvi...

Três amigos estão conversando sobre livros e coisa afins, quando o assunto enverada, para leituras simultâneas.
Um comenta:
- Não consigo ler mais de um livro ao mesmo tempo.
Outro responde:
- Até consigo, mas com algum esforço.
O terceiro (o amigo metido, sempre tem um...):
- Ha! Vocês são uns semi-analfabetos... Para mim é tranquilo! Na verdade estou lendo três livros.
O primeiro pergunta:
- Quais?
E ele responde prontamente, contando com os dedos:
- Estou lendo: Veias Abertas da América Latina, Dom Casmurro e O Senhor do Anéis.
Os outros dois se olham, e ele fala cheio de empáfia:
- Estou naquela parte que o Frodo encontra a Capitu no Uruguai.

O sono da razão produz monstros.

- Ficou com medo quando o macaco-rei pulou em cima de você? O que viu?
- Eu... Vi fogo... Uma vez... Conheci... Alguém... Que morreu... Pegando fogo...
- E você ficou com medo?
- Sim... ...um pouco...
- Que bom. Quer dizer, isso faz com que me sinta melhor. Se até monstros ficam com medo ás vezes, então... Bem, não deve ser tão ruim, né?
- Não... não é tão ruim...

Trecho da conversa entre Paul e o Monstro do Pântano, de Alan Moore. Agosto de 1984.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Olá...

... Tenho negligenciado isso aqui. Não sei se volto, mas descobri que o FB é um ladrão de bloggers. Vários Blogs de amigos e familiares foram abandonados; imagino eu; pelas facilidades que o Feiceuque dá.( Óbvio que isso é uma estimativa, e das bem ruins, but by the way...)

 Listagem de atualização:
 - 2015 acabou, e vários falaram "Ainda bem! Que desgraça de ano assassino!";
- 2016 chegou, levando muita gente.
Comentário mais extenso: Quando o Lemmy morreu fiquei chateado, curto MotorHead. E acho a imagem do Lemmy icônica...
Mas a morte do David Bowie... Essa me arrasou.
Me senti oco e vazio, quase como uma amostra do que sentirei quando um parente querido se for... Poucos sabem, mas tenho a discografia do David Bowie e acompanho a carreira dele. E ele fará falta...
Mas a pessoa se foi, porém o músico e sua obra é perene. O triste será saber que não seremos surpreendidos por ele novamente.
Deixa eu ira fazer umas contas ouvindo BlackStar.

 Um abraço sincero a todos que se dispuserem a ler isso.


 Ps. Cancelei novamente o FB. Faz quase 3 meses sem acesso, Se for voltar não sei... Apenas quis deixar bem claro esse ponto.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Tchau "livro dos rostos"!

Essa postagem é mais um experimento social do que qualquer outra coisa... Ficou claro para mim, que o FB é inútil. Então resolvi voltar ao blog. Tenho histórias para contar ainda, e pouco tempo. Manterei contato com todos (que me encontrarem aqui) pelo blog e email. Um abraço!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Grinoete!

Pretendo escrever com maior regularidade. Sério! Retomando as histórias, essa é da minha primeira temporada na TELESC (antes da privatização)...

Alguns amigos não sabem, mas trabalhei como telefonista no 102 da TELESC ("Auxílio à lista, boa noite! No que posso ajudar?"). E algumas boas histórias ocorreram por lá.

Trabalhávamos nas PA`s (posições de atendimento), cujo funcionamento  era setorizado por região. Tipo Pa's 01 até 20, Florianópolis e região; 21 até 30 Lages e região... Acho deu para entender. Numa noite daquelas, eu estava atendendo a região de Lages quando o meu fone apitou (avisando que havia usuário na linha):
- Auxílio à lista, boa noite! No que posso ajudar? Digo, seguindo à risca a fraseologia.
- Boa noite! Quero o número do Grinoete! Diz uma senhora com sotaque de gaúcho de Lages. (Essa referência é para o pessoal de SC.
Eu, mais do que depressa digito "Grinoete"... E a tela de fósforo verde pisca me devolvendo:
>> Não localizado.
Sempre fui um bom garimpador de dados da base da Telesc, e tinha uma marca pessoal de 97% de AC (Atendimento Completo é atendimento cujo final resulta no número solicitado pelo o cliente). Não encontrar já me deixou alerta. Enquanto digitava variações para ver se aparecia algo (Grinuete >> Não localizado., Grinueti>> Não localizado., etc...), perguntei:
- Senhora? Teria uma referência, ou nome de rua?
- Oras que pergunta mais sem sentido! O Grinoete, aqui na avenida principal!
- Senhora, a central de atendimento do 102 da qual falo é localizada em Florianópolis. Dessa manei...
- Me passe então para a central daqui de Lages!!
- Senhora, todo o esta...

- Que absurdo! Como Lages não tem? EU SEI, que Chapecó tem uma central própria!
- Senhora, todo o estado é atendido por aqui. Se me informar a rua, e o que seria a atividade do Grinoete poderei lhe ajudar.
Respondo educadamente.
- Duvido, afinal esse povinho do litoral não quer nada com o trabalho... Fala "educadamente" a senhora.
- Senhora, qual o ramo de atividade e se possível uma referência. Falo para poder completar o atendimento.
- O Grinoete é um restaurante, muito bom por sinal. Fica na avenida principal, a avenida XXXX. 
Começo a pesquisa cruzando as informações... E nada de aparecer o bendito restaurante, e ainda ficava ouvindo a senhora reclamar ( Que absurdo! Tiraram a central de 102 daqui de Lages meu velho... Onde vamos parar! ). Ficando puto resolvo fazer a pesquisa da maneira semi-antiga: Puxo todos os estabelecimentos comerciais da Av. XXXX e inicio a leitura página à página... E nada.
- Senhora? Não localizo esse estabelecimento... Falo, pensando em completar com "Esse estabelecimento não possui algum outro nome", pois muitas pessoas dão nomes imaginários para estabelecimentos.
- Dá para ver a placa daqui! Que droga! Olha, para te facilitar. Fica ao lado da farmácia Gauchão Cura Tudo.
- Mais um instante, enquanto refaço a pesquisa. 

Recomeço, com a nova referência... Pesquiso a farmácia Gauchão Cura Tudo. Encontro. Inicio a busca nas redondezas quando...
- Senhora? Localizei um restaurante com o nome de Restaurante Green White...
- Isso mesmo! Grinoete! Pode me passar o número.
Aponto o sistema para o "Grinoete"  e depois de iniciar a fala automática começo a rir, para não chorar de raiva!

domingo, 24 de março de 2013

Essa é dos tempos de Universidade...

Havia uma colega, de quem gostávamos muito. Mas essa pessoa tinha um defeito, de tempos em tempos ela tinha uns rompantes de "genialidade". Uma vez ela resolveu passar um trote nos calouros, no dia da 2ª aula de G.A. (Geometria Analítica), ela chegou bem cedo (o professor já era conhecido dela e ela sabia que ele normalmente atrasava 10 minutos, ela era repentente) E escreveu no quadro:

Aula de Geometria Analítica, transferida para o CTC, sala 401.

E saiu, esperando ver os calouros saírem correndo para a nova sala... Eu estava sentado perto da sala ali no CCE, vendo o ocorrido. Ela veio falar comigo dando risada e conversamos um pouco. Por algum motivo ela teve que sair dali e não pôde ver o fruto que ela plantou. Fiquei por ali descansando (sono infinito depois do almoço no RU), nesse meio tempo vieram alguns calouros e viram o recado. Daí ocorreu o seguinte diálogo:
"--- Fulano, vamos lá!
 --- Espere, vamos esperar a Siclana que está apagando o quadro!
 --- Mas vocês estão apagando porquê? Têm mais gente que precisa ler o recado...
 --- Ah, é mesmo! Siclana, escreve o recado de novo."

E os 3 ou 4 calouros saíram felizes atrás do CTC... Nisso a colega voltou com uma amiga e entrou na sala ainda vazia, e ouvi a seguinte conversa:
"--- Nooossa! Fui passar um trote nos calouros, e não é que acertei que o professor ia mudar de sala?
 --- Tem certeza?
 --- Claro, veja a letra é diferente da minha! Vamos correr senão a gente não chega a tempo..."
Quando eu ouvi, comecei a rir e fiquei quieto. Elas saíram correndo e 3 minutos depois começa a chegar o povo junto com o professor. Que ao chegar diz: " Que aviso é esse?" Deixa pra lá, vamos começar a aula."

sexta-feira, 22 de março de 2013

E essa é para esses dias tão estranhos pelos quais passamos.

sexta-feira, 1 de março de 2013

1as memórias

Como prometido nesse post (Blogando)segue primeira história:
Numa da viagens, entre Macapá-Belo Horizonte (ou Macapá-Florianópolis, não lembro desses detalhes). É um trajeto longo, com uma parada de uma hora e meia em Brasília, e apesar de não ser friorento a Luciane me recomendou levar uma manta... A manta em questão era pequena, espessa e de cor laranja e por um acaso do destino - um laranja exatamente do mesmo tom da GOL.
Lá pelas tantas peguei a manta, me cobri e tentei dormir. Quando ouvi o seguinte diálogo:
"-- Mocinha, estou com frio. Pode me arranjar uma manta?"
-- Senhora, há algum tempo não fornecemos mais esse serviços.
-- Porquê vocês não querem me arranjar uma coberta?"
-- Mas senhora, não é esse o caso a compa...
-- Porquê arranjaram para aquele rapaz e não querem arranjar para mim!?"
Nessa hora a velhinha apontou para mim... As comissárias olharam desconcertadas umas às outras. E eu fingindo dormir... A Senhora ficou insistindo tanto, que as comissárias vieram falar como sob a estrita vigilância da senhora friorenta, confirmar se a coberta era minha ou da companhia aérea...
No final demos boas risadas (tirando a velhinha que continuou achando que a manta era da GOL).